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Los encuestadores contarán con un computador portátil para recoger los datos. Entre las nuevas preguntas se incluye la presencia de parejas homosexuales

De El Mercurio – Chile

 Los 190 mil agentes del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE) empiezan hoy la labor de contar la población del país sudamericano, que cuenta como destacable novedad que todas las entrevistas serán registradas en pequeños computadores, sin el uso de papeles.

Los ordenadores portátiles, que ya se habían usado de forma experimental en una consulta hecha en el 2007, ahora llegarán a todo el país (un área de 8,5 millones de kilómetros cuadrados) y reducirán el tiempo de las entrevistas a un promedio de 20 minutos.

Otra posibilidad que se contempla es que las preguntas socioeconómicas puedan ser respondidas por Internet. Para ello, el ciudadano debe pedir al agente del IBGE una clave de acceso única al sitio web del instituto, tras lo cual tiene un plazo de cinco días para contestar.

Las autoridades estiman que se visitarán 58 millones de hogares hasta el 31 de octubre y los resultados se divulgarán el 27 de noviembre, cuando el IBGE informará al Tribunal de Cuentas de la Unión (TCU) de la población brasileña, hoy estimada en 191 millones de personas.

Los datos recogidos por el Censo 2010 tienen especial impacto en la distribución de los recursos del Fondo de Participación de los Municipios, una división de los ingresos federales en razón del número de habitantes de cada ciudad.

La inversión total fue de dl gobierno fue de 1.600 millones de reales, es decir, alrededor de 480.000 millones de pesos chilenos.

Nuevas preguntas

Además de la tecnología, el Censo 2010 de Brasil añade nuevas consultas. Este año los entrevistadores indagarán sobre si en el hogar viven parejas homosexuales, el tiempo que cada uno emplea para ir al trabajo, si dispone de luz eléctrica, si tiene acceso a Internet, si posee teléfono móvil y si los moradores son indígenas.

También preguntarán por la etnia y el idioma. Se mantienen las preguntas sobre la raza, la religión, el trabajo, la renta y el número de hijos.

Da Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje (2) que os brasileiros participem do Censo 2010, que já começou a ser contabilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Lula, a pesquisa constitui uma espécie de fotografia do país.

“[O censo checa] se melhorou a questão do saneamento básico, se melhorou a questão da energia elétrica, se melhorou a questão da conquista de produtos dentro da casa das pessoas”, explicou, no programa semanal Café com o Presidente.

Durante o programa, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, lembrou que o censo é a única pesquisa promovida em todos os 5.565 municípios brasileiros. Segundo ele, a ferramenta tem “peso”, uma vez que é usada para nortear políticas públicas por parte do governo federal, governos estaduais e municipais.

“Quando vão fazer estudos sobre a realidade brasileira, trabalham com dados do censo. Então, é fundamental ajudar, respondendo corretamente às perguntas que são feitas”, disse. O levantamento do Censo 2010 começou ontem (1º) e continua até o dia 31 de outubro, em todas as residências do país. As informações são confidenciais e não podem ser divulgadas, a não ser por meio da estatística final.

Esse é o primeiro censo totalmente informatizado – os recenseadores vão registrar as respostas em um equipamento digital e depois encaminhá-las a um centro de apuração. A expectativa é que o método agilize o levantamento e a divulgação do resultado. Outra novidade é que agora as perguntas incluem questões como cônjuges do mesmo sexo, além de considerar a possibilidade de mais de um chefe de família em cada domicílio.

Da Agência Brasil

Responder corretamente às perguntas do Censo 2010, que começou a ser realizado hoje (1º), não é apenas fundamental para que o país tenha informações sobre sua população, mas também uma obrigação legal. Pouca gente sabe, mas a Lei 53.534, de 1968, diz que todas as pessoas são obrigadas a prestar as informações solicitadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quem não fornecer os dados poderá pagar multa de até dez salários mínimos. A mesma lei diz também que todas as informações prestadas são sigilosas e serão usadas exclusivamente para fins estatísticos. As informações recolhidas pelos recenseadores serão criptografadas para garantir a segurança e confidencialidade dos dados.

Em sua página na internet, o IBGE garante que em nenhuma hipótese as informações prestadas serão visualizadas por pessoas estranhas ao serviço censitário. Quem violar esse sigilo pode ser demitido e responder a processo criminal.

Neste ano, a população também terá a opção de responder ao questionário pela internet. O cidadão deve fazer o pedido no momento da visita do recenseador que entregará uma carta lacrada com as instruções, código de acesso e senha, que serão únicos para cada domicílio.

Quando os moradores não puderem responder ao questionário ou quando não houver ninguém em casa, os recenseadores deixarão um contato do IBGE para agendar um horário para a entrevista.

Gays, umbandistas e negros se mobilizam para incentivar mais pessoas a se declararem pertencentes a esses grupos

Principal pesquisa realizada pelo IBGE, envolvendo 240 mil profissionais, Censo começa hoje no país

ANTÔNIO GOIS – Da Folha de São Paulo. 

Para a maioria dos brasileiros -que a partir de hoje receberão pesquisadores do IBGE em suas casas-, responder ao Censo é apenas um dever cívico. Para alguns, no entanto, aparecer nas estatísticas oficiais é uma questão de sobrevivência política. Com esse objetivo, associações de gays, umbandistas, candomblecistas ou parte do movimento negro se mobilizam em campanhas nas redes sociais para que mais pessoas declarem pertencer a esses grupos.

O Censo é a mais importante pesquisa do IBGE. Pelo custo e tamanho -mobiliza 240 mil profissionais-, é feito apenas a cada dez anos.
Fundamental na elaboração de políticas públicas, é por meio do Censo que sabemos o número da população e as características dela, como religião, idade, deficiência, trabalho, entre outras.

QUESTÕES INÉDITAS
Neste ano, pela primeira vez, serão investigados também línguas indígenas, brasileiros morando no exterior e cônjuges do mesmo sexo.
Por causa do último quesito, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais lançou a campanha “IBGE. Se você for LGBT, diga que é”.
“Quem não existe não tem direito. Mesmo o Censo não investigando a orientação sexual, poder identificar cônjuges do mesmo sexo já é um avanço. Sabemos que muitos terão medo de se declarar, mas esperamos que ao menos 50 mil casais gays apareçam na pesquisa”, diz Toni Reis, presidente da ABGLT.

No caso das religiões de matrizes africanas, a mobilização ocorre porque o último censo detectou uma queda de 0,4% em 1991 para 0,3% em 2000 na proporção dos seguidores dessas crenças. A diminuição foi atribuída ao crescimento dos evangélicos, mas também ao preconceito e sincretismo religioso.

“As religiões de matrizes africanas, por preconceito, ainda são associadas só a negros, pobres e analfabetos. Isso leva muitos a se dizerem católicos ou espíritas, em vez de umbandistas ou candomblecistas”, afirma Marcio Alexandre Gualberto, idealizador, no Coletivo de Entidades Negras, da campanha “Quem é de Axé, diz que é”.

Gualberto lamenta que o governo federal não tenha apoiado financeiramente a campanha, mas aposta nas redes sociais da internet para disseminar o lema.
Alguns videoclipes já estão no Youtube, como o da cantora umbandista Liz Hermann, com o refrão “diga ao Censo a sua religião”.

Esta não é a primeira vez que mobilizações desse tipo acontecem. Em 2000, parte do crescimento dos autodeclarados pretos (de 5% para 6,2% na década) foi atribuído à campanha “Não deixe sua cor passar em branco”. Neste ano, um grupo negro de Alagoas, por exemplo, lançou o slogan “Censo 2010, assuma sua negritude”.

 Fonte: Folha de São Paulo

Censo NacionalEl Instituto Nacional de Estadísticas y Censos (INDEC) presentó ayer la metodología y el cronograma que tendrá el Censo 2010. Se realizará el miércoles 27 de octubre en todo el país, por lo que ese día será feriado nacional para facilitar el operativo. Y los primeros datos se conocerán a partir de diciembre.

Acompañada por el coordinador nacional del Censo 2010, Roberto Muiños, y el director técnico del INDEC, Norberto Itzcovich, entre otros, la titular del cuestionado organismo, Ana María Edwin, destacó que se trata del “operativo civil de mayor envergadura” que se realiza en el país. Participarán 664.886 personas entre censistas, jefes de fracción, radio, asistentes de campo y jefes de Departamento en todo el país. El operativo tiene un costo de 303 millones de pesos, y los censistas cobrarán (“en tiempo y forma”, prometió Muiños) 250 pesos en caso de las áreas urbanas y 300 en las rurales.

El Censo “es de población, hogares y viviendas”, explicó Muiños al destacar diferencias con el sondeo de 2001, que no incluyó a estas últimas por lo que “hubo que reconstruir la cantidad de viviendas”. Edwin consideró que se trató de una “omisión muy seria”, al tiempo que Itzcovich informó que en el 2001 “zonas enteras del país no se recorrieron”. Además, ahora se conocerá la cantidad de familias homoparentales (parejas de personas del mismo sexo) que hay en el país. “Se trata de la integración y reconocimiento del matrimonio entre iguales”, dijo Edwin.

Hace un mes, algunos especialistas del sector privado consultados por Clarín habían puesto en duda que el INDEC, un organismo cuestionado, esté en condiciones de realizar el Censo 2010.

Fuente: El Clarin (Argentina)